








Montgomery Ferreira Nunis, paulista de São Vicente, é mais conhecido como Sombrinha, cantor, compositor, cavaquinista, bandolinista, banjoísta e violonista. E um dos fundadores do grupo Fundo de Quintal, junto com Almir Guinéto, Jorge Aragão, Bira, Ubirani, Sereno e Neoci. Autodidata, Sombrinha começou cedo a tocar. Aos 14 anos, ganhou do pai um violão de 7 cordas e passou a tocar em casas noturnas. Em 1977, aos 18 anos, já era profissional, e gravou com Baden Powell e Originais do Samba. Dois anos depois, estava na cidade do Rio de Janeiro. Além do grupo Fundo de Quintal, ele tem em seu currículo, vários sucessos. Em 1980, compôsMarcas no leito, com Jorge Aragão, sucesso na voz de Alcione, depois regravada por Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, o próprio Aragão, Ivone Lara, Chico Buarque e Caetano Veloso, entre outros. Ao longo da carreira, colecionou 10 Prêmios Sharp de Música, desde os tempos de Fundo de Quintal. Três deles, como melhor composição, para as canções Além da razão, Nas rimas do amor e Ainda é tempo pra ser feliz.
CONFIRA: Trechos de algumas entrevistas cedidas por Sombrinha.
COM QUE IDADE COMEÇOU A CARREIRA DE MÚSICO? Comecei muito cedo. Aos 14 anos ganhei um violão de sete cordas do meu pai e comecei a tocar em casas noturnas. Hoje, além do violão, toco cavaquinho, banjo e bandolim. Em 1977, quando completei 18 anos, já tocava profissionalmente. Foi aí que gravei com Baden Powel e os Originais do Samba.
VOCÊ TEVE ALGUMA INFLUÊNCIA MUSICAL? Existem várias, como Chico Buarque, Paulinho da Viola, Pixinguinha, Jacó do Bandolim. Meu pai fazia rodas de choro, e desde menino, acompanhava meu pai. Sempre respirei a boa música.
TEM ALGUÉM QUE ALÉM DE INCENTIVO TENHA TE AJUDADO NO INÍCIO DA SUA CARREIRA? Meus grandes amigos Almir Guineto, Jorge Aragão e Neoci, que fundou o grupo Fundo de Quintal, foram sem dúvida pessoas que me incentivaram a dar o pontapé inicial na minha carreira.
EXISTE ALGUMA DIFERENÇA ENTRE O SAMBA QUE ERA FEITO ANTIGAMENTE DESTE QUE É PRODUZIDO HOJE EM DIA? A diferença é que o samba daquela época foi uma revolução melódica. Acabou acontecendo.Nós íamos para o terreiro cantar músicas, mas inéditas e fizemos uma escola. Em 1984 foi que a coisa arrebentou de vez mesmo. O pessoal de hoje faz pagode, com músicas que tocam na rádio. Na nossa época, o Beto Sem -Braço vinha e mostrava uma música e depois que ele mostrava todo mundo já aprendia e cantava junto.. eu, o Jorge Aragão, o Zeca, o Arlindo Cruz. E isso criou um movimento muito forte de compositores e músicos. E hoje nós somos referência. Já o pagode é um estilo que foi criado, que eu não tenho nada contra. Acho que é válido. Eu costumo dizer que cada um faz o que sabe.
TU QUE JÁ RECEBESTE VÁRIOS PRÊMIOS, ENTRE ELES DEZ DO SHARP DE MÚSICA, QUAL É A CONTRIBUIÇÃO DESTES PRÊMIOS PARA O SAMBA? Acho que é a melhor possível. Veja bem, de todos os sambas, você ganhar como melhor compositor, é maravilhoso! É o reconhecimento de um trabalho que foi construído ao longo de quase 30 anos. Foram dez prêmios Sharp de Música, sendo três como compositor. Vale esse reconhecimento e eu tenho muita estima pelos prêmios de música do Brasil. Causa uma certa segurança para a gente fazer cada vez melhor.
TENS COMO APONTAR UM ARTISTA QUE TU CONSIDERE A REVELAÇÃO DO SAMBA? Para mim, todos são contemporâneos, não tenho como apontar. Eu acho, sinceramente que depois do Fundo de Quintal a coisa parou, não teve criação e novidade dentro do samba. Tanto como movimento,tanto como compositores.
HOUVE ALGUM MOTIVO PARA TER SAÍDO DO FUNDO DE QUINTAL, PARA FORMAR DUPLA COM ARLINDO CRUZ? Nenhum motivo em especial. Larguei porque já estava desgastado para mim. Já havia 12 anos que estava no Grupo. Queria fazer uma coisa diferente, como misturar as músicas com choro, valsa... Uma coisa que tivesse mais a minha cara, e lá eu não tinha esse espaço. Então, sai e formei dupla com Arlindo, que durou sete anos. Foi uma fase de sucesso. Gravamos cinco discos.
VOCÊ DESMANCHOU A DUPLA PARA LANÇAR CARREIRO SOLO. MAS VOCÊ E O ARLINDO CONTINUAM AMIGOS? Sim. Somos amigos. Ele é o meu compadre. Cada um está seguindo sua vida agora.
ASSISTA: Ensaio com Arlindo Cruz e Sombrinha, pela TV Cultura, programa de Fernando Faro.

Almir de Souza Serra nasceu no dia 12 de julho de 1946 no Morro do Salgueiro, Rio de Janeiro. Criado em meio a músicos de primeira linha como Geraldo Babão, Antenor Gargalhada e muitos outros, Guineto cresceu influenciado pela veia sambista de seu pai, Iraci de Souza Serra, respeitado violonista e integrante do grupo Fina Flor do Samba, e de sua mãe, Nair de Souza Serra – a “Dona Fia”, costureira do Salgueiro e figura ancestral do samba. Dono de uma voz inconfundível, única, rascante, o cantor, músico e compositor ingressou aos 16 anos no grupo Originais do Samba, fundado por seu irmão mais velho, Francisco de Souza Serra – o “Chiquinho”, onde tocou por dez anos. O “Rei do Pagode” - como ficou conhecido – conduziu a bateria do Salgueiro por 15 anos e ao sair deixou o posto para seu irmão mais novo, o lendário “Mestre Louro”. No final dos anos 70, em meio à alta sonoridade dos couros de tantãs e pandeiros da época, Almir adapta o banjo americano ao samba do Cacique de Ramos. Também é neste período que Guineto começa a se destacar, durante os pagodes, como versador imbatível, partideiro incontestável, devido à sua criatividade e divisão de tempo na aplicação das rimas de improviso. Apoiado por Beth Carvalho, Almir Guineto oficializaria em 1980 a fundação do Grupo Fundo de Quintal, ao lado dos parceiros Neoci, Jorge Aragão, Sombrinha, Bira, Ubirany e Sereno. Após a gravação do disco “Samba é no Fundo de Quintal”, Almir deixaria o conjunto a partir de 1981 para cantar em carreira solo. Almir Guineto é hoje grande representante do pagode, compositor assíduo, voz marcante e tem raízes profundas na história do samba.
ASSISTA: Zeca Pagodinho interpreta Lama nas Ruas, parceria com Almir Guineto.

Arlindo Domingos da Cruz Filho (Rio de Janeiro, 14 de setembro de 1958). Aos sete anos, o menino ganhou o primeiro cavaquinho. Aos 12 começou a aprender violão com seu irmão, Acyr Marques. Entrou para a escola Flor do Méier, onde estudou teoria, solfejo e violão clássico por dois anos. Ainda novo começou a fazer rodas de samba e conheceu Candeia, padrinho considerado de Arlindo, com quem gravou seus primeiros discos, tocando cavaquinho. Ao completar 15 anos foi estudar em Barbacena MG, na escola preparatória de Cadetes do Ar, mas não abandonou a música. Cantava no coral da escola. Começava, então, a nascer o compositor Arlindo Cruz, que ganhou festivais em Barbacena e Poços de Caldas. Quando deixou a Aeronáutica, passou a freqüentar a roda de samba do Cacique de Ramos, que já revelava novos talentos. Lá, conheceu seu principal reduto de samba, onde ganhou reconhecimento musical como compositor e instrumentista. Com a saída de Jorge Aragão do Fundo de Quintal, foi convidado a participar do Grupo. Foram 12 anos de dedicação e projeção nacional. Saiu do Fundo de Quintal em 1993 e começou um carreira solo, logo depois fez parceria com Sombrinha. Tem mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas. Hoje goza de grande aclamação popular e é um dos compositores mais ativos do país. A impressão que fica é que, mesmo envolto pela indústria cultural, Arlindo não perde suas raízes e tem mãos batizadas em berço esplêndido de sambistas. Hoje, juntamente com Zeca Pagodinho, Maria Rita e Marcelo D2, Arlindo Cruz causa uma profunda (re)transformação do samba na sociedade. Romper paradigmas é acabar com preconceitos.
ASSISTA: Neste vídeo estão Arlindo Cruz e Sombrinha, no Programa Ensaio da Tv Cultura.

Nascido num dos bairros mais tradicionais do samba carioca de Oswaldo Cruz, aos 4 anos ficava entre as pernas do pai, deixando todos boquiabertos com a habilidade nos primeiros acordes no cavaquinho. Aos 8 anos além de ter feito uma paródia com um samba de seu pai, para ser o samba-enredo do Bloco da Alegria, foi presenteado com um violão por sua mãe Thereza, pastora da Escola assim deu seus primeiros passos em direção a música guiada nada mais nada menos por bambas da Velha Guarda da Portela. Tinha seu sono embalado por sambas Antológicos de seu maior ídolo, seu pai, o Extraordinário Monarco da Portela. Mauro Diniz foi um autodidata invejável, durante muito tempo. Aos 24 anos comprou seu primeiro cavaquinho, não se separando do instrumento, até trocá-lo por um outro que já tinha sido do Mestre Nelson Cavaquinho, este último o acompanha até hoje. Em 1982, começou a cursar a Faculdade de Educação Física, não completando o curso devido às seguidas viagens que fazia integrando a banda da cantora Beth Carvalho. Estudou música com gente competente como o nosso saudoso Copinha, maestro Joaquim Nagle e, indicado pelo maestro e Produtor Rildo Hora, foi estudar piano clássico, harmonia e percepção com a magistral professora Felícia. Algum tempo depois se matriculou no CIGAM, um dos melhores cursos de música do Rio de Janeiro, onde concluiu o Curso de Harmonia, Improvisação e Arranjo. Teve entre grandes Mestres o ilustre IAN GUEST, o Mestre dos Mestres. Hoje, Mauro Diniz está entre os mais conceituados cavaquinistas do país, um dos mais estudiosos. Fazendo jus à veia poética da família - seu avô José Felipe Diniz escrevia poesias na revista mineira As Moças - Mauro também começou a compor e já gravou com Roberto Ribeiro, Grupo Fundo de Quintal, Nosso Samba e com Monarco. Já gravou tocando em quase todos os discos de samba e também com Amelinha, Fagner e Ivan Lins. Seu último CD, SAMBA COM REALIDADE, gravado recentemente, recorda os tempos de Pagodes do Cacique de Ramos e faz homenagens a grandes sambistas como Mestre Marçal, Roberto Ribeiro e ao Grupo Fundo de Quintal.
ASSISTA: Neste vídeo cantam Mauro Diniz e Guilherme Nascimento, parceiros no samba Ingrata Paixão.

Alcino Correia Ferreira, Ratinho foi criado em Pilares. Pela Caprichosos, escola do bairro, ganhou sete sambas-enredo incluindo um estandarte de ouro em 78, “Festa da uva, no Rio Grande do Sul”. Tem mais de dez músicas gravadas com o parceiro Zeca Pagodinho e outras por Roberto Ribeiro, Jovelinha Pérola Negra, Jorge Aragão, Almir Guineto, Fundo de Quintal, Dorina, Beth Carvalho e Fátima Guedes. Entre muitos parceiros, um verdadeiro álbum de parcerias de samba, estão Monarco, Mijinha, Noca, Argemiro, Wanderley Monteiro, Guilherme de Brito, Nelson Cavaquinho, Mauro Diniz e Zé Luiz do Império. Desde 2004 ele organiza a Toca do Rato, ao lado da sua esposa Dê, que toca a cozinha. Lançou recentemente o Cd O Rato sai da Toca, com composições suas inéditas.
ASSISTA: Neste vídeo Zeca Pagodinho convida Nilze Carvalho, Dorina, Teresa Cristina e Juliana Diniz. Participação de Monarco, parceiro de Ratinho no samba Coração em Desalinho.

Décadas após a independência parecia ser necessário definir uma identidade para o país. O carnaval foi tomado como um pretexto que possibilitaria a construção da expressão cultural exclusivamente brasileira, passando a ser a questão literária mais importante durante a Primeira República.
Seja uma festa religiosa ou pagã, o carnaval sempre existiu na história da humanidade como um momento determinado pelos homens para expandir seus sentimentos de alegria e liberdade. É encontrado nas mais diversas formas: entre os gregos nas festas consagradas a Dionísio, aos romanos à divindade egípcia Isis, entre outros, sempre houve festas, danças, músicas, máscaras e risos.
O costume de se brincar carnaval no Brasil foi introduzido pelos portugueses, tendo início provavelmente no século XVI, sendo inicialmente conhecido como Entrudo.
Em Piracicaba, o carnaval se faz presente há mais de 50 anos e essa manifestação permitia a população uma integração social que ocorria através das músicas, das danças e confraternizações.
Como preparação aos três dias de loucura, os piracicabanos se muniam de confetes, serpentinas, limões de cheiro, lança perfumes, fantasias, máscaras, entre outros arsenais necessários para adoração ao deus Momo. No que diz respeito às práticas eram comuns os bailes populares e as brincadeiras de rua, para a elite, as festas aconteciam nos salões dos grandes clubes ou também em suas casas.
O carnaval popular era considerado perigoso pela burguesia piracicabana, pois havia uma convicção de que o povo era o representante do agente da desordem, sendo assim deveriam estar em extrema vigilância, sobretudo quando se encontravam em multidão e diante da oferta de bebidas alcoólicas.
Tido como um tempo de loucura, o carnaval assume uma função social, pois “afetados pela varinha mágica da loucura carnavalesca” os indivíduos podiam liberar seus instintos que permaneciam escondidos devido às regras estabelecidas pela sociedade.
Ainda com todo esse rígido controle, as farras carnavalescas nunca foram extintas por completo e mesmo na tentativa era muito difícil o controle sobre elas. Desse modo garantir a tranquilidade durante os dias de festa era e ainda é uma tarefa inglória para os policias encarregados de cumprir a lei.
O carnaval era uma possibilidade de tirar a dor dos homens que viviam na pobreza, desse modo a festa se transformava num ritual de inversão de valores. Não muito diferente do que ocorre atualmente, o carnaval continua sendo uma “válvula de escape” que alivia os sofrimentos e frustrações cotidianas.


Agora é Cinza (1933) Bide e Marçal
Você partiu,
Saudades me deixou,
Eu chorei,
O nosso amor, foi uma chama,
O sopro do passado desfaz,
Agora é cinza,
Tudo acabado e nada mais !...
Você,
Partiu de madrugada,
E não me disse nada,
Isso não se faz,
Me deixou cheio de saudade,
E paixão,
Não me conformo,
Com a sua ingratidão.
( Chorei porque )
Agora desfeito o nosso amor,
Eu vou chorar de dor,
Não posso esquecer,
Vou viver distante dos teus olhos,
Ho ! Querida,
Não me deu,
Um adeus, por despedida !
( Chorei porque )
Esta música foi lançada nos ensaios da Escola de Samba Recreio de Ramos, da qual Marçal era vice-presidente, para o carnaval de 1933 com o título de "Tu partiste", mas foi modificada pelo parceiro Bide, Alcebíades Barcelos (foto da esquerda) tendo ficado com o nome "Agora é cinza". Bide foi quem introduziu ao samba o surdo, instrumento de orquestra, na bateria da escola. "Naquela época não tinha surdo em escola de samba. Era só pandeiro e tamborim. Precisava do surdo para chamar atenção do coro que ia na frente e manter o ritmo. Por isso fiz quatro surdos de latas grandes e redondas de manteiga. No carnaval seguinte, todo mundo veio do mesmo jeito", costumava contar o compositor, que morreu em 1975.
Bide nasceu no dia 25 de julho de 1902 e como sapateiro era um ótimo compositor. Sua primeira composição, Malandragem, caiu nas graças do público e de Francisco Alves. "O Chico ouviu esta música e foi me procurar. Naquela época ele não tinha nem carro", revelou Bide a Juarez Barroso, do Jornal do Brasil, em 1966. O compositor e ritmista Armando Vieira Marçal (foto da direita) nasceu em 14/10/1902 no Rio de Janeiro e faleceu em 20/6/1947. Formou com Bide uma das mais importantes duplas de compositores de samba da primeira metade do século passado. Ofereceram duas músicas ao grande cantor Mario Reis: "Durmo Sonhando" e "Agora é cinza" que deixou Francisco Alves escolher qual preferia cantar. Chico Alves escolheu a primeira e Mario Reis ficou com a segunda que fez enorme sucesso no carnaval de 1934 ao contrário da outra. "Agora é cinza" foi eleita por um juri de críticos em 1975, convocados por Marcus Pereira, como "o melhor samba de todos os tempos". É um grande exemplo de como eram diferentes os tempos de outrora, quando o samba saía direto do coração pro papel.
ASSISTA: Este vídeo é parte da entrevista de Mestre Marçal ao Programa Ensaio de 1991 da Tv Cultura, de Fernando Faro.


RESERVA DAS CAMISETAS ATÉ DIA 10 DE JANEIRO
(MEDIANTE PAGAMENTO – serão somente 150 camisetas)
VALOR DA CAMISETA – R$ 30,00
(Inclui cerva, água, refrigerante e camiseta)
Reservas com: Skimó, Barata, Teda e no Divino’s Restaurante Joede
Entrega das camisetas: 30/01/10
Local: Clube 13 de Maio
Hora: 16h00
Atração: Roda de Samba - Comunidade Quilombola e convidados
Banda da Sapucaia – 6 de fevereiro de 2010

Em outubro fará 1 ano que Luiz Carlos da Vila faleceu. O Projeto 14 Sambas através da obra deste compositor prestará uma homenagem no último Projeto do ano de 2009 a realizar-se no próximo dia 15 de Novembro. Mais que um dos melhores sambistas que o Brasil já teve, Luiz Carlos era o que posso chamar de um sambista do povo. Costumeiramente frequentava rodas de samba não só do Rio Janeiro mas também de locais onde apresentava seus shows, como poderemos perceber nos vídeos abaixo. Em breve maiores informações .
No último dia 23/08 ocorreu aqui em nossa cidade a 3ª Feijoada da Comunidade Quilombola, onde aproximadamente 650 pessoas brindaram o evento recheado por dedicação, amizade, samba e pessoas queridas perpetuando mais um sucesso e sensação de "prazer" cumprido a todos que direta ou indiretamente contribuiram. E a homenagem desta vez vai no sucesso que Dudu Nobre interpretou da composição de Dito e Tom:
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Parabéns Comunidade Quilombola e a todos os amigos que vem prestigiar os movimentos, projetos, festas e trabalhos realizados pelo nosso coletivo